Área de atuação/Mercado de trabalho

Boas perspectivas para os engenheiros metalúrgicos na Região Nordeste: na Bahia há uma siderúrgica em funcionamento. No Maranhão, a produção de gusa e alumínio demandam metalurgistas. Além disso, há perspectivas de novos empreendimentos como a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) e a exploração de urânio em Itatiaia, Minas Gerais. De fato, a empregabilidade está em alta em todo o País. Chances em refinarias e na indústria nuclear. Com o Brasil ocupando as posições de maior produtor de aço da América Latina, e entre os 10 maiores produtores do mundo, o mercado não poderia ser desfavorável. Ademais, os profissionais na área ainda são poucos, quando comparados com as outras engenharias. Além de siderúrgicas, podem atuar em indústrias automobilísticas, de extração mineral, mecânicas, navais, petroquímicas, nuclear, de metalurgia, aeronáutica e de fundição extrativa mineral.

Outras possibilidades estão no setor público, em bancos de investimento e desenvolvimento, e na consultoria. Se quiser trabalhar como pesquisador e ter uma vida acadêmica, o engenheiro metalúrgico tem a possibilidade de atuar em instituições de pesquisa ou laboratórios e em universidades, como docente. Uma particularidade para o engenheiro metalúrgico formado na UFC é a possibilidade de graduar-se com a habilitação em materiais, o que amplia ainda mais o seu campo de atuação. Com isso, o profissional poderá trabalhar também em empresas de plásticos, borrachas, vidros e cerâmicas.